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sexta-feira, 29 de junho de 2012

PARIS É PARIS - 2 !



PEQUENOS ENCANTOS DE PARIS - Parte 2

PETIT PALAIS
  2012
Petit Palais é um edifício histórico e museu das belas artes situado no 8º Arrondissements de Paris, na avenida Winston Churchill, zona dos Champs Élysées. O edifício foi construído pelo arquiteto Charles Girault para a Exposição Universal de 1900, fazendo parte de um conjunto monumental com o Grand Palais e a Ponte Alexandre III.
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Charles Girault concebeu para o Petit Palais uma planta trapezoidal, em estilo eclético, organizada em volta dum jardim semi-circular cercado por um peristilo. Os espaços de exposição situam-se no primeiro andar, sendo o rés-do-chão reservado originalmente, aos gabinetes e depósitos.
A fachada, ornamentada por uma colunata jônica, tem cerca de 150 metros de comprimento, possuíndo ao centro um grande pórtico monumental coroado por uma cúpula. O interior apresenta galerias iluminadas apenas pela luz natural, com o recurso a grandes superfícies vidradas, cúpulas transparentes e uma série de largas janelas, permitindo uma maior integração do interior com o exterior. A decoração completa-se com numerosos baixos relevos.
   Estátua de Winston Churchill - 2012
  
Aberto como museu no dia 11 de Dezembro de 1902, com o nome de Palácio das Belas Artes da Cidade de Paris, recebeu uma rica decoração de pinturas murais entre o ano da sua inauguração e 1925. A decoração escultórica é igualmente significativa, com diversas figuras alegóricas, bustos e relevos. Os elementos em ferro forjado são parte essencial da decoração, sendo especialmente notáveis no portão da entrada e nas escadarias. O prédio também é ornamentado com vitrais, mosaicos e pisos com pedras nobres, num conjunto luxuoso e imponente.
Eu, particularmente, fiquei simplesmente fascinada com tamanha beleza delicada... é um edifício belíssimo por dentro e por fora... muito mais bonito que o Grand Palais.
  2012
A fachada do Musée Royal de l’Afrique Centrale (Museu Real da África Central) de Tervuren, na Bélgica, igualmente desenhado por Charles Girault, viria a retomar, em parte, a composição e os motivos do Petit Palais.
A arquitetura do Petit Palais lembra muito significativamente a da Ópera de Saigon, na antiga capital da Indochina francesa, atualmente no Vietnã, construída igualmente naquele ano de 1900.
  A belíssima escadaria - 2012

O acervo começou a ser formado com a reunião de obras financiadas pela municipalidade de Paris a partir de 1870, através de salões de arte ou encomendadas diretamente a artistas. 
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Desde então, a coleção tem sido ampliada constantemente por grandes doações, possuíndo atualmente peças datadas entre antiguidade clássica e o fim do século XIX. As coleções do século XX encontram-se no Palais de Tokyo. É especialmente importante a coleção de ícones ortodoxos, a maior da França.
 Retrato de Lunia Czechowska - Modigliani - 2012

A museografia escolhida para as exposições é mista, com peças de vários gêneros expostas num mesmo espaço, o que permite confrontos e complementações, enriquecendo a apreciação dos desenvolvimentos estilísticos e das influências mútuas entre as várias modalidades da arte de cada período focado, sempre numa abordagem pedagógica. 
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 Uma das suas alas é dedicada às exposições permanentes e a outra às temporárias.
Dentre as doações recebidas podem citar-se as mais importantes:
 
Enlèvement de Proserpine de Rubens - 2012
  
Eugène e Auguste Dutuit cederam as suas coleções em 1902, enriquecida com quase 20.000 peças e comportando diversas obras maiores da Escola Holandesa (entre as quais um auto-retrato de Rembrandt e o Enlèvement de Proserpine de Rubens), antiguidades greco-romanas, objetos de arte da Idade Média e do Renascimento, além de gravuras e desenhos de vários mestres, como Martin Schongauer, Albrecht Dürer, Rembrandt e Fragonard, entre outros.
  • Edward e Julia Tuck cederam em 1930 a sua coleção de objetos de arte francesa do século XVIII.
  • Ambroise Vollard cedeu várias obras modernas ao museu, entre as quais podem citar-se o Portrait d'Ambroise Vollard au chat, por Pierre Bonnard (1924), ou um outro retrato do mecenas por Paul Cézanne (1899).
  • Roger Cabal legou ao museu a já citada colecção de ícones em 1998.
 Portrait d'Ambroise Vollard au chat, por Pierre Bonnard- 2012

Paralelamente a estas doações, o museu adquiriu numerosas obras, entre as quais vários quadros de Gustave Courbet.
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                                         GRAND PALAIS
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O Grand Palais des Beaux-Arts (também chamado de Grand Palais des Champs - Elysées e popularmente conhecido apenas como Grand Palais) é um edifício singular da cidade de Paris situado no 8º arrondissement. Localiza-se na Avenue Winston Churchill, nas proximidades dos Campos Elíseos. 
    Lateral do Grand Palais - 2012

Faz parte integrante do conjunto arquitetônico formado pelo Petit Palais e Ponte Alexandre III.
O Grand Palais começou a ser construído em 1897 para abrigar a Exposição Universal de 1900, celebrada entre 15 de Abril e 12 de Novembro daquele ano, envolvendo um complexo processo de gestação no qual participaram vários arquitetos, no mesmo lugar onde se situava o Palais de l'Industrie, realizado para a Exposição Universal de 1855.
                      Lateral do Grand Palais - 2012
Destacado pelo estilo eclético da sua arquitetura, denominado estilo Beaux-Arts e característico da Escola de Belas Artes de Paris, o edifício reflete o gosto pela rica decoração e ornamentação nas suas fachadas de pedra, o formalismo da sua planta e realizações até então insólitas como o grande envidraçado da sua cobertura, a sua estrutura de ferro e aço à vista e o uso do concreto armado.
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Como proclama um dos seus frontões, o Grand Palais foi concebido como um Monument consacré par la République à la gloire de l’art français ("Monumento consagrado pela República à glória da arte francesa"), servindo como lugar das manifestações oficiais da Terceira República Francesa e símbolo do gosto duma parte da sociedade da época. 
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Com o decorrer do tempo e a decadência do estilo Beaux-Arts, o Grand Palais foi destinado progressivamente a usos diversos, como centro para salões técnicos e de exposições comerciais dos setores automobilísticos, da aeronáutica, das ciências ou do desporto, convertendo-se em testemunha da evolução da arte moderna e dos avanços da civilização durante o século XX.
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Atualmente abriga o Palais de la découverte, desde 1937, destinado às ciências aplicadas e às Galeries Nationales du Grand Palais, desde 1964, para a exposição de coleções provenientes de museus nacionais franceses.
Edificado sobre um terreno instável que afetou com o tempo a sua estrutura, depois do seu prolongado e dispendioso restauro empreendido na década de 1990, a sua nave central foi reaberta em 2005 para a celebração de salões e exposições temporárias variadas.
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No dia 12 de Junho de 1975, a nave central do edifício foi catalogada como Monumento histórico, classificação que se estendeu no dia 6 de Novembro de 2000 à totalidade dos 40.000 m² do Grand Palais.
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                            PONTE ALEXANDRE III 
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A Ponte Alexandre III é uma ponte que atravessa o rio Sena. Faz parte do conjunto arquitetônico formado pelo Grand Palais e Petit Palais, limita-se ao norte pela avenida Champs-Élysées e é por vezes considerada uma das mais emblemáticas pontes de Paris. Foi construída entre 1896 e 1900.
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A ponte é decorada com querubins, ninfas e cavalos alados nas extremidades. Foi nomeada após a aliança Franco-Russa feita pelo czar Alexandre III em 1892. Seu filho Nicolau II lançou a pedra fundamental em Outubro de 1896.
 Caminhando pela ponte - 2012

Um ponto turístico imperdível. Em minha opinião, é a ponte mais bonita de Paris, tanto de dia como à noite, uma ponte iluminada e riquíssima de detalhes.
Com suas lâmpadas exuberantes estilo Art Nouveau, consiste em um arco de aço de 6 metros de altura. O design foi sujeito a controles rigorosos, para que a ponte não obscurecesse a visão da Champs Elysées ou do Invalides.
                   Detalhes ricos pela ponte -  2012

No centro dos arcos, ninfas do Sena com as armas da França, se correspondem com as ninfas com as armas da Rússia imperial, do outro lado, ambas em cobre martelado.
                      Foto batida do Bateau Mouche - 2012

As quatro colunas fazem parte da estrutura dos pilares que absorvem o peso gerado pelo grande vão.
Quatro estátuas de bronze dourado a vigiar a ponte, apoiadas em maciças colunas de 17 metros, que fornecem estabilidade para o arco, sem interferir com as vistas monumentais.
     Uma visão geral da linda ponte - 2012

Desde que foi inaugurado - quatro anos após o czar Nicolau II haver colocado a primeira pedra - a Pont Alexandre III, ergue-se majestosamente sobre as águas do Sena, ligando o Champs-Elysées e os Invalides, em um arco único de 145 metros de comprimento e 40 de largura. 
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Para a restauração foi preciso renovar oito toneladas e meia de estruturas metálicas, teve-se que adaptar um andaime gigante de 130 toneladas, que foi trazido por barco ao longo do Sena, por diferentes operadores, e foram removidas esculturas, lanternas e outras peças decorativas para serem reparadas e restauradas em várias oficinas espalhadas por toda a nação. 
Trabalho em conjunto e com o mesmo objetivo - o bem comum, só pode ter sucesso !
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Foi contratada uma legião de artesãos de diferentes especialidades, vidraceiros, pedreiros, bronzeiros, cloradores, vidreiros, sucatas de metal, pintores, sob a direção de um arquiteto do Departamento de Monumentos Históricos de Paris.
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Graças ao trabalho de restauração do grande grupo de especialistas, a ponte está perfeita.E lindaaaaa !!
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                                                   LES INVALIDES
            Foto batida dos jardins do Museu Rodin -  2012

O Hôtel National des Invalides, ou Palácio dos Inválidos, é um enorme monumento parisiense, cuja construção foi ordenada por Luís XIV, em 1670, para dar abrigo aos inválidos dos seus exércitos. Hoje em dia, continua acolhendo os inválidos, mas é também uma necrópole militar e sede de vários museus.
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Entre as personalidades ilustres lá sepultadas encontra-se Napoleão Bonaparte, assim como o coração de Sébastien Le Prestre de Vauban, ilustre arquiteto militar francês, responsável pela poliorcética francesa, o qual criou, na época de Luis XIV, uma série de fortificações militares ao reino, tornando-o impenetrável.
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A capela do Hôtel des Invalides, concebida para acolher os pensionistas dos Invalides, foi elevada à categoria de cathédrale. É a sede do Bispado Católico dos Exércitos.
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A planta geral do edifício, criada por Jules Hardouin-Mansart, é simples: uma cruz grega inscrita num plano quadrado. Cada uma das fachadas é composta por duas ordens sobrepostas, sublinhadas por um pórtico encimado por um frontão triangular. 
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A cúpula está colocada sobre um alto tambor, cujo segundo andar está ornado por altas janelas. É a este nível que o grande rigor clássico da arquitetura evolui sensivelmente: a parte baixa do tambor está rodeada por colunas geminadas cercadas por altas janelas com lintéis curvos. 
                              Em 2009

Estas colunas não estão dispostas regularmente nos pontos cardiais do edifício, uma vez que foram reagrupadas em grupos de dois por dois para assegurar a estabilidade da cúpula. Pela mesma razão, pequenas volutas, à imagem da Salute de Veneza, foram dispostas sobre esta coroa de colunas, na base da segunda parte do tambor.
É um dos lugares mais bonitos de Paris !
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A cúpula em forma oval, rodeada por pingos de fogo, está recoberta de ricos motivos dourados de troféus e perfurada com vidros. Por fim, é encimado por um lanternim que não renegaria Boromini. Trata-se de um pequeno pavilhão quadrado, com corte enviesado em relação à fachada, com ângulos decorados por colunas sobre as quais foram dispostas estátuas. 
  O órgão de Saint Louis des Invalides - 2012 (um assombro !)

O conjunto é por fim coroado por um obelisco afilado terminado por uma cruz. Com uma base de estrutura quadrada encimada por frontões triangulares, passa insensivelmente às formas complexas onde as curvas dominam.
Napoleão I repousa sob a cúpula, na companhia dos seus dois irmãos, Joseph e Jérome Bonaparte, e do seu filho, o "Filhote de Águia".
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A cúpula dourada dos Inválidos constitui um dos pontos de referência da paisagem parisiense. Les Invalides, em minha opinião, é especial !
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                               PLACE DE LA CONCORDE
    Na Fonte de Jacques Hittorff na Praça da Concórdia - 2012

A Place de la Concorde situa-se ao pé da Avenida Champs-Élysées, no VIII arrondissement de Paris. É a segunda maior praça da França (a primeira é a Praça dos Quinconces, em Bordéus). Desta forma, é a maior praça da capital francesa, uma das mais famosas e palco de importantes acontecimentos da história da França.
  Luminária da Praça da Concórdia - 2012

A cidade de Paris, na pessoa de seus vereadores e de seu prefeito, decidiu, em 1748, erigir uma estátua equestre do Rei Luís XV para festejar o restabelecimento do rei após uma doença que o havia acometido em Metz. Foi lançado um concurso para encontrar o melhor local, concurso do qual participam dezenove arquitetos, entre os quais Germain Boffrand e Jacques-Germain Soufflot. 
       Em frente ao obelisco - 2012

Um deles, Ange-Jacques Gabriel, propôs reservar uma esplanada simples de terra batida, sem função ou propósito, que se situava ao final do Jardim das Tulherias e que se chamaria « Esplanade du Pont-Tournant », em referência a uma ponte de madeira que então cruzava o fosso próximo ao terraço das Tulherias. Apesar de fora do centro, o local poderia servir para a urbanização dos novos bairros que tendiam a ser construídos para o oeste da capital, no faubourg Saint-Honoré.
  Fonte de Jacques Hittorff na Praça da Concórdia - 2012

O rei era o proprietário da parte essencial desses terrenos, o que permitiu se realizar as desapropriações necessárias. Antes mesmo de a decisão ser oficialmente tomada, negociações foram iniciadas junto aos herdeiros do economista John Law, proprietários de terrenos marginais ao perímetro necessário à criação, no local, de uma praça real, inscrita na vasta cadeia de praças reais que iriam teatralizar a representação equestre do Rei Luís XV. 
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Valorizada por fachadas desenhadas por Gabriel, a Praça Luís XV parisiense tornou-se um intervalo arquitetônico entre as fundações do Palácio das Tulherias e as folhagens verdes da Avenida Champs Elysées.
 Fonte de Jacques Hittorff na Praça da Concórdia - 2012

 Em 1753, um concurso foi aberto para o planejamento da esplanada, reservado aos membros da Académie Royale d'Architecture (Academia Real de Arquitetura). Gabriel, diretor da Academia, em sua qualidade de Primeiro Arquiteto do Rei, foi encarregado de estabelecer um projeto, emprestando as melhores ideias propostas pelos concorrentes. Beneficiando-se do apoio de Madame de Pompadour, favorita do rei, que supervisionou o conjunto dos trabalhos, o projeto foi aceito em 1755. 
     A belíssima Fonte de Jacques Hittorff na Praça da Concórdia - 2012

O acordo entre a cidade de Paris, os representantes do rei e os herdeiros de Law foi assinado em 1758. Em troca dos terrenos cedidos, os herdeiros receberam o edifício situado a noroeste da praça, assim como os terrenos de um lado e de outro da futura Rua Reaç. Eles consentiram em pagar a construção das fachadas de todos os edifícios de sua propriedade.
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                         JARDINS  DES TUILERIES 
   Nos Jardins des Tuileries - 2012

Os jardins das Tulherias compõem um parque parisiense situado à margem direita do Sena, entre a praça da Concórdia e o Carroussel.
Foi criado no século XVI, no estilo italiano, por ordem de Catarina de Médicis, para decorar o entorno do palácio das Tulherias, onde passava seus tempos livres.
      Nos portões dos Jardins - 2012

Em 1664, o arquiteto André Le Nôtre, autor do projeto do parque que rodeia o palácio de Versalhes, transformou-o num jardim no estilo francês, formal e simétrico, cheio de estátuas ornamentais.
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O Musée de l'Orangerie e o Jeu de Paume, sedes de importantes exposições de arte contemporânea, ficam em dois pavilhões dentro do parque, que oferece uma esplêndida perspectiva dos Champs-Élysées, do arco do Triunfo e do Grande Arco de la Défense.
Entre as atividades de lazer para as crianças, estão o teatro de marionetes, os passeios de burro e os barquinhos de brinquedo para navegar no tanque octogonal.
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O parque liga o Museu do Louvre à praça da Concórdia. É uma passagem obrigatória dos milhões de turistas que anualmente viajam para a capital francesa. Até mesmo na virada do ano, num clima de zero grau, o jardim fica cheio de visitantes, como sempre. 
Ele tem esse nome porque a sua localização foi anteriormente ocupada por fábricas de azulejos.
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O Jardim das Tulherias é classificado como Monumento Histórico desde 1914 e faz parte do Patrimônio Mundial da UNESCO.
Os Jardins cobrem  cerca de 25 hectares e aqui, pode-se ver como é a maneira de viver do parisiense, onde as pessoas passeiam, tomam sol lendo um livro e as crianças com seus barcos a controle remoto, brincam na fonte com seus pais.
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 Desde 1998, o jardim é a casa de escultura moderna: Auguste Rodin, Henry Moore, Roy Lichtenstein, Tony Cragg, Jean Dubuffet, Alain Kirili, Stephen Martin, Giuseppe Penone, etc . Exposições temporárias são realizadas, como a aranha de Louise Bourgeois Clara-Clara ou o escultor minimalista Richard Serra , na primavera de 2008.
Tendas enormes são lançados duas vezes por ano no Jardim, como parte da Paris Fashion Week, essas barracas são projetados para acomodar desfiles e nos bastidores (maquiagem, cabelo, pele ...).
                                                              
E o Sena é o grande astro ! É único também, cheio de charme e requinte...
Nenhuma cidade européia regula-se tanto por seu rio quanto Paris. Medem-se distâncias a partir dele, é ele que determina a numeração das ruas. Praticamente todos os edifícios de destaque de Paris ficam ou à beira do rio ou perto dele.
Paris é única ! Quero voltar !
Uma semana em Paris, tenho muito que contar... depois vem a parte 3...

ESTRELAS DO MAR E DO CÉU !
 




2 comentários:

  1. Carmen Lins de Carvalho29 de junho de 2012 19:33

    Vou ficar sonhando e cantando
    sous le ciel de Paris

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