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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

FIM DE TARDE

 

Duo Artemiev - Trapèze - Le Plus Grand Cabaret Du Monde 

 

DE FILHO PRA PAI


de filho para pai
'De pai para filho'. Essa expressão geralmente é usada quando se faz um bom negócio ou se obtém alguma vantagem que só mesmo os pais podem conceder.
Esta mensagem foi publicada no jornal 'Perfil Policial', a todos os pais do Brasil.

Queridos pais, antes que seja tarde demais...
Não tenham medo de ser firmes comigo. Eu prefiro assim, pois sua firmeza me traz segurança.
Não me tratem com excesso de mimos. Nem tudo o que eu peço me convém.
Não me corrijam na frente de outras pessoas. Prestarei muito mais atenção se vocês falarem comigo baixinho e a sós.
Não permitam que eu forme maus hábitos. Na minha idade, eu dependo de vocês para descobrir o que é certo ou errado.
Não façam promessas apressadas. Lembrem-se de que me sinto mal quando as promessas não são cumpridas.
Não me protejam das conseqüências dos meus atos. Às vezes, preciso aprender através da dor.
Não sejam falsos nem mentirosos. A falsidade me deixa confuso, desnorteado, e acabo perdendo a confiança em vocês.
Não me incomodem com ninharias. Se assim agirem, terei de proteger-me, aparentando surdez.
Nunca dêem a impressão de ser perfeitos ou infalíveis. O choque será grande quando eu descobrir que vocês estão longe disso.
Não digam que meus temores são tolices. Eles são terrivelmente reais para mim. Se vocês usarem de compreensão para comigo, ficarei mais sereno e tranqüilo.
Não deixem sem resposta as minhas perguntas. Do contrário deixarei de fazê-las e buscarei informações em algum outro lugar.
Não julguem humilhante um pedido de desculpas. Um perdão sincero torna-me surpreendentemente mais caloroso para com vocês.
E não se esqueçam, jamais, que para desabrochar e florescer, eu preciso de muita compreensão. E, acima de tudo, de muito amor.
Você, que é pai ou educador, lembre-se sempre de que sem criança não há futuro e nem esperança de dias melhores.
Educar e bem formar os pequeninos são fatores fundamentais para a construção de um Mundo mais humano e mais feliz.
E educar não quer dizer superproteger nem abafar com excesso de zelos, pois a criança é como uma planta nos jardins do mundo. O excesso de água pode afogá-la e a falta excessiva pode secá-la.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

MONTANHAS ARCO-ÍRIS


RAINBOW MOUNTAINS
Parece que o dia em que a Terra decidiu criar esta paisagem, ela estava celebrando uma festa.  


Ou, talvez, tenha se encarregado de projetar pistas simples em uma região remota, para o norte do que viria a ser a China, com a intenção de surpreender os visitantes com algo excepcional.


Em qualquer caso, se uniram todas as camadas rochosas de cores imagináveis ​​em um só lugar, mais especificamente na área conhecida como Zhangye Danxia, ​​alcançando assim o que seja, talvez, o maior encontro de diferentes pigmentos em pedra natural do mundo.


 Não é exagero dizer que ele se parece com algo saído de um conto de fadas.
 Esta é a coisa mais próxima a essas garrafas de areia colorida de praia, mas em grande escala. 


As colinas ficam mais brilhantes depois da chuva, que é o melhor momento para capturar estas cores intensas.  


A topografia da área inclui penhascos íngremes, picos e cavernas. 
 Há um autocarro que atravessa o parque para ir de um ponto de vista para outro.
 

Deve ser explicado que Danxia não é um lugar, mas o nome de um tipo de paisagem encontrado na China, caracterizada por rochas proeminentes e penhascos íngremes.  


É semelhante às rochas cársicas, mas formada por camadas de conglomerado ao invés de blocos compactos de rochas.


Acidentes geográficos Danxia são encontrados apenas na China e muitas vezes têm uma cor avermelhada característica. 


 Zhangye Danxia não deve ser confundido com outros lugares, como o chamado conjunto China Danxia, ​​incluída no Patrimônio Mundial da UNESCO.
 São parte do Parque Geológico Zhangye Danxia Landform em Gansu.


As montanhas vivas são o resultado de depósitos minerais e de arenito vermelho de mais de 24 milhões de anos atrás. As camadas formadas em cima de um outro, criando os padrões coloridos de estratos rochosos.



domingo, 19 de janeiro de 2014

PEGADAS DE DINOSSAURO


 PEGADAS ENCONTRADAS
Pegadas em MS devem ser de dinossauros, dizem pesquisadores 
Equipe técnica visitou sítio paleontológico em Nioaque no dia 12 de julho. Estudiosos estimam que vestígios foram deixados há 140 milhões de anos.
Pegadas que podem ter sido deixadas por dinossauros há cerca de 140 milhões de anos estão despertando o interesse de estudiosos, que visitaram no dia 12 de julho um sítio paleontológico em Nioaque, cidade a 170 quilômetros de Campo Grande. Os vestígios pré-históricos também chamam a atenção do poder público para a necessidade de preservação da área, que integra o roteiro de um geoparque em fase de implantação.
O professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Sandro Marcelo Scheffler, contou aoG1 como ocorrem os rastros fossilizados nas rochas. "São dezenas de pegadas na margem do rio, mas poucas estão bem preservadas. A maioria constitui-se de undertracks, ou seja, a camada de terra compactada que se formou debaixo da pegada já erodida pelo tempo", relata. Scheffler esteve no local quatro anos atrás com o colega pesquisador Rafael Costa da Silva em busca de informações, e ambos observaram à época que a maioria dos vestígios sofreu desgaste pela ação da água do rio.
Na semana passada, a visita foi coordenada por técnicos da Secretaria do Patrimônio da União (SPU), que fizeram levantamentos para iniciar o processo de cessão do terreno ao município de Nioaque. A prefeitura tem interesse em explorar o turismo na área, segundo o superintendente regional Mário Sérgio Sobral Costa. "A lei diz que todo rio é federal quando, entre outros critérios, encontra-se na faixa de fronteira. É o caso do rio Nioaque. Portanto, o terreno de até 15 metros a partir da margem pertence à União. Estamos fazendo medições para reservar o sítio com as pegadas e cedê-lo com finalidades específicas de exploração turística e científica", explica o gestor. O Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) também está ajudando nas investigações geológicas, como relata o superintendente regional Antonio Claudio Leonardo Barsotti. "O primeiro passo é o agendamento da vinda de três paleontólogos do Museu de Ciências da Terra para visita ao sítio.
Além de mim, outros dois geólogos também acompanham o processo", afirma. Bípedes de postura ereta Pesquisas preliminares apontaram que as pegadas teriam sido deixadas no período Cretáceo por dinossauros bípedes de postura ereta, como os ornitópodes. Scheffler e Silva, no entanto, acrescentaram a possibilidade de que sejam rastros de terópodes, cujo exemplar popularmente conhecido é o tiranossauro. O local foi descrito pela primeira vez no final da década de 1980 pelo professor Gilson Martins, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Em outubro de 2010, Martins e outros três pesquisadores publicaram em revista científica um artigo listando os fósseis e afloramentos conhecidos no estado, entre esses o sítio paleontológico que fica a 2,7 quilômetros a jusante da ponte sobre o rio Nioaque.
O professor do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo (USP), Paulo Boggiani, alerta para a necessidade de estudos mais aprofundados antes de se afirmar que as evidências remontam de fato à era dos dinossauros. "São vestígios interessantes, mas é preciso que sejam estudados e comprovados", aponta. O estudioso reconhece, porém, o valor social da descoberta. "Além de ajudar a contar a história do planeta, abre possibilidades para o turismo científico, por exemplo. Poderá desenvolver a economia local e até ajudar na popularização da ciência, de maneira geral", observa. Geopark em MS: segundo das Américas Embora a existência das pegadas seja conhecida na região há mais de duas décadas, apenas nos últimos três anos o poder público demonstrou interesse em preservar o local e destiná-lo à pesquisa e ao turismo.
O sítio foi incluído no Geopark Bodoquena/Pantanal, criado em 2009 pelo governo estadual e que busca o aval da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco). O projeto abrange 13 municípios e conta com destinos como Buraco das Araras, em Jardim; Grutas do Lago Azul e de São Miguel, em Bonito; e o fóssil da Corumbela, em Corumbá. Mato Grosso do Sul rivaliza com Minas Gerais e Rio de Janeiro em busca do título de segundo geoparque das Américas. Os três estados querem a homologação de seus geoparques pela Unesco. No Brasil já existe o Geopark Araripe, criado em 2006 no Ceará.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

ARTE EM MOVIMENTO

OS ASCENSORES DA BICA - LISBOA
O Elevador da Bica, ou Ascensor da Bica, é um funicular localizado na Rua da Bica de Duarte Belo, na Bica, em Lisboa. É propriedade da Companhia de Carris de Ferro de Lisboa, e estabelece a ligação entre o Largo do Calhariz e a Rua de São Paulo, defrontando uma das encostas mais íngremes da cidade.
A concepção do Elevador da Bica foi do engenheiro português Raoul Mesnier du Ponsard, responsável também por numerosos projetos similares3 , e a inauguração deu-se a 28 de Junho de 1892. 
Com mais de um século de existência, é o ascensor mais típico da cidade de Lisboa e, embora não tenha a mesma afluência do Elevador da Glória, constitui nos dias de hoje uma das principais atrações turísticas da capital portuguesa. 
 
Inicialmente, o Ascensor da Bica funcionava através do sistema trainway-cabo e máquinas a vapor, que asseguraram o serviço até o momento em que foi decidida a eletrificação do sistema, em 1914. 
 
Devido à sua enorme importância histórica e cultural, o elevador foi classificado de Monumento Nacional em Fevereiro de 2002. 
Em 2010 o Elevador da Bica foi intervencionado pelo artista plástico Alexandre Farto, que recobriu a superfécie amarela com película opaca metálica refletora - projeto da Carris «Arte em Movimento», integrado num programa de Apoio da Arte Contemporânea Portuguesa.
Esta instalação manteve-se patente até ao final de junho de 2010. Uma iniciativa semelhante recobriu em 2013 a superfície das cabinas com um padrão ilustrando a calçada portuguesa. 
As duas carruagens, idênticas e numeradas 1 e 2, são compostas por três compartimentos de piso horizontal, desnivelados e de acesso independente. 
Os compartimentos anterior e posterior contêm os respectivos postos de comando. As entradas e saídas de cada compartimento fazem-se por portas munidas de cancela pantográfica, do lado externo à via. 
Tem capacidade para transportar 23 passageiros, dos quais 9 sentados e 14 em pé. O trajeto é de 283 m, em via de carril duplo encastrado no pavimento de arruamento vulgar, com bitola de 90 cm e fenda central para ligação do cabo. 
A entrada inferior é feita a partir do interior de um edifício (R. S. Paulo, 234), e não na via pública. A subida inicia-se saindo desse mesmo imóvel, pelas traseiras, como se fosse sair de um túnel. 
O seu traçado, em cerca de 70 metros, é partilhado por trânsito automóvel, o que não se sucede em nenhum dos outros funiculares portugueses. 
Tal ocorre porque a encosta serve de espinha dorsal do Bairro da Bica, sendo obrigatório circular de automóvel por essa parte da calçada para se aceder a determinadas artérias do bairro. 
Mesmo assim, o trânsito apenas se faz no sentido ascendente da encosta. Porém, atualmente, o óbvio perigo que uma situação destas representa é bastante reduzido, pois sendo o Bairro da Bica um bairro histórico, o trânsito, segundo a legislação atual, apenas se resume a moradores. 
Horário de Funcionamento:2ª Feira a sábado: 7:00h - 21:00h Domingo e feriado: 9:00h - 21:00h 
Existe um período de manutenção anual, de cerca de um mês, durante o qual o elevador se encontra encerrado, geralmente nos meses de inverno. Tal sucedeu, por exemplo, em 2006, entre janeiro e fevereiro.