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sexta-feira, 29 de junho de 2012

PÉROLAS DE AMIGA



VITÓRIA RÉGIA

AMIGOS

AULA DE GRAMÁTICA - Humor



CONJUGAÇÃO DE VERBOS

PINK WORLD

VIOLINOS DO HOLOCAUSTO



Violinos de colecionador ajudam a contar histórias do Holocausto
Violino com cinco estrelas de Davi é exibido na Universidade da Carolina do Norte, nos EUA
(Foto: Chuck Burton/AP)

Todos os dias, eles tocavam para os companheiros nos campos de concentração nazistas espalhados pela Europa da época da Segunda Guerra Mundial. Muitos dos músicos, geralmente amadores, que compunham as orquestras dos campos foram salvos por sua habilidade - e pelos seus instrumentos, que guardam até hoje a história do massacre de 6 milhões de judeus pelo regime de Adolf Hitler na Alemanha.
Um pouco dessa história está nas mãos de um israelense chamado Amnon Weinstein. Fabricante de violinos, Amnon tem uma loja-ateliê em Tel Aviv onde guarda 36 violinos de músicos judeus que viveram na Alemanha na época do genocídio nazista, inclusive de sua família.
Nos Estados Unidos, onde expôs em abril os violinos pela primeira vez no continente americano - na Universidade da Carolina do Norte, em Charlotte -, o simpático senhor de 73 anos conta como começou o projeto "Violinos da Esperança" e falou sobre a importância de manter a memória do que aconteceu. "Estes violinos são como lápides para todos os músicos mortos no Holocausto, centenas deles, milhares, minha família."
 Amnon segura violino da coleção (Foto: Ken Lambla)

"O começo é muito prosaico, eu sempre digo. Eu tinha um aluno que veio do leste alemão trabalhar como fabricante de arcos em Israel, estamos falando de 15 anos atrás, e no momento em que ele aprendeu sobre o Holocausto, ele tentou me convencer a dar uma palestra sobre violinos que vieram para Israel em 1936, na associação de produtores de arcos e violinos da Alemanha. Levou dois anos para eu dizer sim e depois foi como uma bola de neve. Desse tempo em diante, eu tenho trabalhado no projeto 'Violinos da Esperança'.

"Em 1936, Bronisław Huberman, um grande violinista judeu e o maestro italiano Arturo Toscanini, na época número um do mundo, criaram a orquestra filarmônica de Israel atual. E Huberman trouxe os melhores músicos da Europa para Israel, judeus. Porque ele viveu em Berlim e entendeu o que os alemães tinham planejado fazer com os judeus mais para frente. Então ele convenceu os músicos a vir para Israel formar essa orquestra e salvou cem músicos e as pessoas ao redor - o que dava cerca de 300 pessoas salvas dos nazistas.
 Os violinos da coleção de Amnon (Foto: Ziv Shenhav)

A maioria desses músicos que vieram de Alemanha, França, Suíça ou Polônia tocava em instrumentos de fabricação alemã. Para eles, naquela época não havia problema em usar um violino feito na Alemanha e ser um músico judeu. E eles sabiam que em Israel não havia nada, nenhum fazedor de violino, não se podia nem comprar cordas. Então cada um trouxe consigo ao menos três violinos, violas e violoncelos, pois, em caso de quebrar eles tinham que mandar para a Europa de barco para arrumar e demorava muito tempo.
Agora pulemos para 1945, após a guerra. Em Israel, todos sabem sobre as atrocidades que os alemães fizeram na Europa. E pode-se dizer que em Israel, nessa época, a maioria das pessoas tinha família entre os 6 milhões de pessoas (mortas no Holocausto). Então, houve um boicote completo de qualquer produto de origem germânica, de vacas até qualquer produto de casa, incluindo, claro, violinos. Os músicos chegavam e diziam 'não vamos mais tocar nesse instrumento'. Alguns quebraram os violinos e outros chegaram pro meu pai e disseram 'se você não comprar o violino, eu vou queimá-lo'. Então meu pai, sem mencionar nada - ou sentindo algo - adquiriu uma enorme coleção de instrumentos de origem alemã. Portanto, aquele fabricante de arcos de que lhe falei me convenceu a fazer uma palestra sobre isso em Dresden (Alemanha). Depois, num programa de rádio em Israel, eu perguntei ao público quem tinha violinos relacionados ao Holocausto e hoje tenho uma coleção de 36 violinos assim divididos em quatro categorias: a primeira é de violinos que estiveram no Holocausto e de que sabemos o nome da pessoa que tocava, e às vezes até temos fotos dos donos; a segunda categoria é de instrumentos que estiveram no Holocausto, mas de que não sabemos nada de seus donos. Porque, para essas pessoas, os violinos sobreviveram à vida, à guerra, os alemães precisavam de todos esses músicos para tocar e enganar os judeus para ir para a câmara de gás.
 Amnon trabalha em seu ateliê (Foto: Ken Lambla)

Após a guerra, nenhum deles tocou violino nunca mais na vida, só algumas mulheres que não viram tantas das atrocidades e mortes que os homens viram durante a guerra. Muitos deles escaparam da Europa e foram para os EUA, muitos não quiseram vir para Israel, que estava em guerra, e acredito que 99% guardaram os violinos e nunca mais falaram sobre o assunto. É um fato que muitos sobreviventes não falavam uma palavra sobre o Holocausto. Era como um tabu para eles, um assunto proibido.
A terceira categoria da coleção são violinos de membros da orquestra, tenho muitos no ateliê, e só um deles está pronto para ser tocado. A quarta categoria é de violinos usados por músicos populares, que tocam em casamentos e bar mitzvahs (cerimônia judaica que insere o jovem na comunidade adulta), e muitos deles tocavam em violinos com a Estrela de Davi. Os alemães confiscaram milhares de instrumentos pertencentes a judeus e é impossível rastrear quem são os donos por causa da falta de documentação.
Todo esse trabalho feito com os violinos é porque estamos deixando de volta em condições de serem tocados quase todos os instrumentos. Eles são como lápides para todos os músicos mortos no Holocausto, centena deles, milhares, minha família. Minha irmã uma vez fez a conta, e quase 400 pessoas da nossa família morreram no Holocausto.
As famílias judias daquela época eram muito grandes. Só o meu pai tinha 11 irmãos, imagina quanta gente. Ele e um outro irmão sobreviveram, mais ninguém.
Em 1938 meu pai decidiu emigrar para Israel, ele era um músico profissional e também um fabricante de violinos.
Primeiro, prendi a profissão com meu pai, depois fui para a Itália e a França, esse é meu currículo como fabricante de violinos. Ganhei prêmios em competições, e depois todo meu tempo é dedicado para o 'Violinos da Esperança'.
O primeiro violino chegou até mim por meio de um programa de rádio, em Israel. Aí chegou um, dois, fizemos concertos em Istambul e depois fizemos um grande concerto em Paris e na época tínhamos só quatro violinos. Hoje estamos falando de 36 violinos - 18 aqui em Charlotte (na exposição). Você consegue imaginar isso ? Todos em condições de tocar, todos para concertos. Há alguns instrumentos que nunca serão restaurados e ficarão como evidência para as próximas gerações.
Por exemplo, eu recebi de um americano, fabricante de arcos, Joshua Henry, ele me escreveu um e-mail dizendo que comprou um violino de um comerciante judeu e quando abriu o violino ele achou o escrito 'Heil Hitler', 1936 e uma suástica. Com uma caneta, escrito de um jeito muito agressivo e feio. Nossa opinião é que, não temos provas porque o dono provavelmente morreu, mas no ano 1936 havia muitos judeus morando na Alemanha e o dono, que era um tocador amador, porque não era um violino grande, era um violino normal, alguma coisa aconteceu e ele foi num ateliê para arrumar e essa pessoa sem permissão, sem falar para ninguém, abriu e escreveu 'Heil Hitler' dentro e não havia como fazer isso sem abrir o violino - e isso eu posso confirmar. E então ele devolveu o violino para o homem judeu, que tocou com o violino de 'Heil Hitler' por toda a sua vida. Os alemães não cometeram apenas atrocidades contra pessoas, mas também contra instrumentos.
Um violino é um violino, mas um violino com um enorme passado histórico é completamente diferente. E cada violino tem uma história diferente. O primeiro que me chegou foi muito muito especial, pois, veio do ateliê do homem que foi o professor do meu pai. Então era um violino judaico, com duas estrelas de Davi, uma inscrição em iídiche e veio do professor de meu pai. O que pode ser melhor que isso? Nada.
Os tocadores judeus tocavam em qualquer instrumento. Nessa época, estamos falando de 1900, metade de 1800, era muito comum nas casas judaicas ter violinos para tocar nas nossas festividades. Eles eram mais comuns no leste europeu - no oeste não se encontra esses violinos - e em geral eram muito baratos. A decoração era feita pelos judeus e cristãos faziam cruzes também. Neste caso, todos esses instrumentos, na nossa tradição, eram pregados na parede, pois, para os judeus ortodoxos era proibido pregar qualquer pintura ou ter escultura nas casas, então eles tinham violinos.
Esses violinos da exposição levaram um ano e meio para serem restaurados. Cada um leva entre três e seis meses. Depende das condições que eles estão. Os violinos que vieram do Holocausto estão em péssimas condições.
Todo violino é tocado pelo tipo de som que o músico gosta e colocado dentro do violino. E quando você é um violinista profissional você pode ouvir isso, quando você toca nele hoje. E é muito sabido, por exemplo, se pegarmos um instrumento pertencente a um grande nome e se tocar corretamente você pode ouvir o jeito que a pessoa tocava nele. É algo muito especial, mas é preciso ser um violinista educado para isso. Mas é possível sentir.
Eu tomo minhas notas sobre a história dos violinos e registro qualquer informação que conseguir, assim como anoto sobre a restauração que fiz. E agora, um professor da orquestra daqui vai escrever um livro sobre os violinos, até os que não estão na exposição. Na minha coleção eu tenho 20 outros violinos que não estão contabilizados, pois, não estão em condições de serem tocados e vieram da filarmônica de Israel.
Tem um que temos todas as informações sobre o dono e uma foto dele tocando. Aí outro, é o que era do meu pai - não estava no Holocausto, mas salvou sua vida, podemos dizer - há outro violino, vindo da Romênia, cujo dono veio para Israel, e ele tocava para os vizinhos em festividades e toda comida que ele conseguia ele levava para os guetos, então no fim do dia cerca de 18 pessoas sobreviveram com essa comida extra.

GÊMEOS 
 

IKEBANA - ARTE JAPONESA




IKEBANA ORQUÍDEAS

RÉGIA !

FIM DE TARDE



Andre Rieu and 3 Year Old Violinist Akim Camara

During his 'Flying Dutchman Concert' at Parkstad Stadium in the Nederlands
Akim plays Concerto G Major op.11 with the Johan Strauss Orchestra 


Akim Camara nasceu no dia 27 de outubro de 2001 (Berlim/Alemanha). Ele começou a sua carreira de violinista aos dois anos de idade, ainda envolto em fraldas. Quem descobriu o "pequeno fenômeno" foi o maestro  holandês André Rieu, também violinista e celebridade que enviou uma equipe de filmagem para Berlim. Espantado com a genialidade de uma simples criança envolta em fraldas, convidou Akim e a sua família para  visitarem o seu estúdio em Kerkrade, na Holanda.

Andre Rieu and Akim Camara - Dance of the fairies (Tanz der Feen) 




CHÃO FIRME


quinta-feira, 28 de junho de 2012

PARIS É PARIS !

OS ENCANTOS DE PARIS  -
parte 1
Bairro de Saint Michel - 2012
Paris é a capital e a maior cidade da França. Situada às margens do Sena, no norte da França, na região de Île-de-France. Paris romântica, emocionante, histórica. Paris vibrante, elegante, deslumbrante, uma das cidades mais lindas e charmosas que já conheci, histórica, moderna e fascinante.
Desta vez, ficamos em Paris por uma semana e por nossa conta, sem fazer parte de excursão nenhuma, o que já é uma glória !
Fomos onde quisemos, quando quisemos e pelo tempo que quisemos !
2012 
Paris é a capital cosmopolita da França e a mais visitada do mundo. Com 3 milhões de pessoas vivendo na cidade e mais 10 milhões em seus subúrbios (la banlieue) é uma das maiores cidades da Europa. Localizada ao norte da França, é conhecida como a "Cidade Luz". Tal reputação se deve talvez, por ser um dos mais bonitos e românticos lugares do mundo, cheia de história e mantendo uma vasta influência sobre a cultura, arte, moda, culinária e arquitetura.  
2012
As pontes de Paris, os monumentos, os museus, as lojas e hóteis deslumbrantes, todo requinte, o sotaque, os cafés, os vinhos...tudo em Paris é charme e elegância. O requinte e a sofisticação moram aqui.
2012

EIFFEL
 Não existe a possibilidade de falar de Paris sem começar falando de seu marco mais famoso: A Torre Eiffel. Foi construída por Gustave Eiffel para a Exposição Mundial de 1889, centenário da Revolução Francesa, esteve comemorando 122 anos em 2011. 
Em 2009 não ví a Eiffel acesa, mas desta vez ví acender ! E foi emocionante ! Coisa de cinema !  2012

 A Torre Eiffel é uma torre treliça de ferro do século XIX localizada no Champ de Mars, em Paris, que se tornou um ícone mundial da França e uma das estruturas mais reconhecidas no mundo. 
Foto batida de dentro do Bateau Mouche - 2012

A Torre Eiffel, que é o edifício mais alto de Paris, é o monumento pago mais visitado do mundo, milhões de pessoas sobem à torre cada ano. Nomeada em homenagem ao seu projetista, o engenheiro Gustave Eiffel, foi construída como o arco de entrada da Exposição Universal de 1889.
Esta eu batí bem aos pés da Torre ! - 2012

A torre possui 324 metros de altura. Foi a estrutura mais alta do mundo desde a sua conclusão até 1930, quando perdeu o posto para o Chrysler Building, em Nova York, Estados Unidos. Não incluindo as antenas de transmissão, a Torre é a segunda estrutura mais alta da França, atrás apenas do Viaduto de Millau, concluído em 2004.
Esta eu batí de outra perspectiva - 2012

A torre tem três níveis para os visitantes. Os ingressos podem ser adquiridos nas escadas ou elevadores do primeiro e do segundo nível. A caminhada para o primeiro nível é superior a 300 degraus. O terceiro e mais alto nível só é acessível por elevador. Do primeiro andar vê-se a cidade inteira, tem sanitários e várias lojas e o segundo nível tem um restaurante. Apesar de ter três níveis só se pode ir até ao segundo nível.
Esta também foi tirada de dentro do Bateau Mouche - 2012

A torre tornou-se o símbolo mais proeminente de Paris e da França. É uma parte do cenário caracterizado em dezenas de filmes que se passam em Paris. Seu estatuto de ícone é tão determinado que ainda serve como um símbolo para todo o país, como quando foi usada como o logotipo da candidatura francesa para sediar os Jogos Olímpicos de Verão de 1992.
Foto batida de cima do Arco do Triunfo - 2012

O Governo da França planejou uma Exposição mundial e anunciou uma competição de design arquitetônico para um monumento que seria construído no Campo de Marte, no centro de Paris. Mais de cem designs foram submetidos ao concurso. O comitê do Centenário escolheu o projeto do engenheiro Gustave Eiffel (1832-1923), de quem herdaria o nome, com uma estrutura metálica que se tornaria, então, a estrutura mais alta do mundo construída pelo homem. 
Vista de trás de uma das pontes do Sena e a foto foi batida de dentro do Bateau Mouche - 2012

Eiffel, um notável construtor de pontes, era mestre nas construções metálicas e havia desenhado a armação da Estátua da Liberdade, erguida pouco antes no porto de Nova Iorque. Quando o contrato de vinte anos do terreno da Exposição mundial (de 1889) expirou, em 1909, a Torre Eiffel quase foi demolida, mas o seu valor como uma antena de transmissão de rádio a salvou.
Atualmente, a torre é visitada anualmente por 6 900 000 de pessoas.
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LOUVRE
2012
  
Louvre (Musée du Louvre), instalado no Palácio do Louvre é um dos maiores e mais famosos museus do mundo. Construído em 1.190, foi uma fortaleza para os ataques dos vikings, na época do rei Felipe Augusto. 
2012

Localiza-se no centro de Paris, entre o rio Sena e a Rue de Rivoli. O seu pátio central, ocupado agora pela pirâmide de vidro, encontra-se na linha central dos Champs-Élysées, e dá forma assim ao núcleo onde começa o Axe historique (Eixo histórico)
O museu abrange oito mil anos da cultura e da civilização tanto do Oriente quanto do Ocidente.
O Louvre é gerido pelo estado francês através da Réunion des Musées Nationaux. É o museu mais visitado do mundo, recebendo em 2011 8,8 milhões de visitantes.
Depois de quatro séculos e de várias reformas, inclusive a polêmica pirâmide de vidro, está agora mais completo do que nunca, com uma das mais importantes coleções do mundo !  
2012

É onde se encontra a Mona Lisa, de Leonardo da Vinci. A Vitória de Samotrácia, a Vénus de Milo, enormes coleções de artefatos do Egito antigo, da civilização greco-romana, artes decorativas e aplicadas e numerosas obras-primas dos grandes artistas da Europa como Ticiano, Rembrandt, Michelangelo, Goya e Rubens, numa das maiores mostras do mundo da arte e cultura humanas. 
2012

Em 2010 foi considerado o museu mais visitado do mundo. É emocionante, mas impossível visitar todas galerias num só dia. É preciso, no mínimo, 15 dias.
 2012

O Palácio do Louvre é uma estrutura quase retangular, composto pela praça do Cour Carrée e duas alas que envolvem o Cour Napoléon a norte e ao sul. 
2012

No coração do complexo, está a Pirâmide do Louvre, acima do centro dos visitantes. O museu é dividido em tres alas: a Ala Sully a leste, que contém a Cour Carrée e as partes mais antigas do Louvre, a Ala Richelieu ao norte, e da Ala Denon, que faz fronteira com o Rio Sena para o sul.
2012

Em 1983, o presidente francês François Mitterrand propôs um plano o Grand Louvre a fim de renovar o prédio e transferir o Ministério da Fazenda, permitindo que exibisse todo o edifício. O Arquiteto I. M. Pei foi premiado com o projeto e propôs uma pirâmide de vidro para o pátio central. 
A pirâmide e seu átrio subterrâneo, foi inaugurada em 15 de outubro de 1988. A segunda fase do plano do Grand Louvre, La Pyramide Inversée (A Pirâmide invertida), foi concluída em 1993. A partir de 2002, o atendimento dobrou desde a sua conclusão.
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NOTRE-DAME
Esta foto é meu xodó... fui feliz ao batê-la ! A Notre Dame e o Arco-íris - 2012

A Catedral de Notre-Dame é uma das mais antigas catedrais francesas em estilo gótico. Iniciada sua construção no ano de 1163 na idade média, é dedicada a Maria, Mãe de Jesus Cristo (daí o nome Notre-Dame – Nossa Senhora), situa-se na praça Parvis, rodeada pelas águas do Sena. Durante o espírito do romantismo, Victor Hugo escreveu, em 1831, o romance “Notre-Dame de Paris”, O Corcunda de Notre-Dame. 
2012

Situando os acontecimentos na catedral durante a Idade Média, a história trata de Quasimodo que se apaixona por uma cigana de nome Esmeralda. 
Foto batida do Bateau Mouche - 2012

 2012

A ilustração poética do monumento abre portas a uma nova vontade de conhecimento da arquitetura do passado e, principalmente, da Catedral de Notre-Dame de Paris.
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 ARC DE TRIOMPHE
Foto batida em cima do Arco - 2012
O Arco do Triunfo (Arc de Triomphe) é um monumento construído em comemoração às vitórias militares de Napoleão Bonaparte, o qual ordenou a sua construção em 1806. Inaugurado em 1836, a monumental obra detém, gravados, os nomes de 128 batalhas e 558 generais.
A foto que batí, tem como pano de fundo, a Champs Elysées - 2012

 Em sua base, situa-se o Túmulo do soldado desconhecido em homenagem aos soldados desconhecidos mortos na guerra, onde uma chama é acesa diariamente às 6:30 da noite. Iluminado fica um show ! Do arco partem 12 avenidas, uma verdadeira loucura para os motoristas. Localiza-se na praça Charles de Gaulle, uma das duas extremidades da avenida  famosa Champs-Elysées, por isso é um dos grandes marcos de Paris !
Por causa do intenso movimento, a gente atravessa a avenida até o Arco, por um túnel:
 2012

Iniciado em 1806, após a vitória napoleônica em Austerlitz, o Arc de Triomphe representa, em verdade, o enaltecimento das glórias e conquistas do Primeiro Império Francês, sob a liderança de Napoleão Bonaparte – seja este oficial das forças armadas, esteja ele dotado da eminente insígnia imperial. 
Painel gravado na pedra com os nomes dos soldados - 2012

A obra, no entanto, foi somente finalizada em 1836, dada à interrupção propiciada pela derrocada do império (1815). Com 50 metros de altura, o monumental arco tornou-se, desde então, ponto de partida ou passagem das principais paradas militares, manifestações e claro, visitas turísticas.
2012

Diversos elementos arquitetônicos são dignos de detida e fiel observação. Trinta medalhões, localizados sob a bela cornija, fazem cada qual, referência a importantes batalhas travadas pelo exército francês, dentre as quais Aboukir, Ulm, Austerlitz, Jena, Friedland e Moscou. O friso, por sua vez, retrata a partida (fachada leste) e o retorno (fachada oeste) das tropas imperiais, visto que estas conflitaram em diversas regiões do continente europeu.
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Na fachada leste, os baixo-relevos aludem à batalha de Aboukir e à morte do general Marceau. À esquerda, situa-se o Triunfo de Napoleão. Este belo alto-relevo, de Cortot, representa a paz e a conquista napoleônica, alcançados pela celebração do Tratado de Viena (1810). Na alegoria, o imperador francês é coroado pela Vitória e reverenciado pela extinta Monarquia. 
 2012

À direita, situa-se a Partida dos Voluntários de 1792 (obra de François Rude), aptos a defender a recém-instaurada e revolucionária República. A liberdade, aqui, é representada pela guerreira e valente mulher, a comandar e a incitar o povo francês. 
Paris vista de cima do Arco - 2012

Na fachada oeste, os alto-relevos impressionam pela intensa carga emotiva. Verifica-se a submissão do povo ao Estado e a crença, pelos populares, na vitória das forças armadas.
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CHAMPS ELYSÉES 
Foto batida de cina do Arco do Triunfo e que mostra a Champs Elysées - 2012

A avenida mais famosa do mundo, Champs-Elysées, foi criada em 1667 pelo paisagista André Le Nôtre, onde se encontra o famoso Arco do Triunfo. Toda arborizada, com vários cafés, restaurantes e lojas hoje em dia é um passeio obrigatório. Se estiver em Paris dia 14 de Julho aproveite a festa da Queda da Bastilha, com desfiles e fogos !
Foto da avenida, de outro ângulo, de cima do Arco do Triunfo - 2012

Com árvores de castanheiros-da-índia, a Avenue des Champs-Élysées é uma das mais famosas ruas do mundo e com aluguéis que chegam a € 1,1 milhão por ano, por 92,9 metros quadrados de espaço, ela continua a ser a segunda avenida mais cara em imóveis em toda a Europa, tendo sido recentemente (em 2010) ultrapassada pela Bond Street, em Londres. O nome em francês Campos Elísios, faz referência ao lugar dos mortos na mitologia grega.
Esta foto foi batida por mim, às 20:30 e ainda estava claro - 2012

A Avenue des Champs-Élysées é conhecida na França como La plus belle avenue du monde ("A avenida mais bela do mundo "). A chegada de lojas de redes globais nos últimos anos tem mudado notavelmente o seu caráter e, em um primeiro esforço para conter essas mudanças, a cidade de Paris (que tem chamado esta tendência de "banalização") decidiu, em 2007, proibir a multinacional sueca H&M de abrir uma loja na avenida. Em 2008, porém, a cadeia de vestuário estadunidense Abercrombie & Fitch conseguiu abrir uma loja.
 Finalmente, desta vez, consegui fotografar os cavalos alados da avenida, um de cada lado - 2012
 
2012
A avenida tem 71 metros de largura por 1,9 km de comprimento, iniciando-se na Place de la Concorde, junto ao Obelisco de Luxor, Museu do Louvre e Jardins das Tulherias, e segue a orientação sudeste-noroeste e termina na praça Charles de Gaulle, onde está o Arco do Triunfo.
Uma parte do belíssimo jardim que ladeia a avenida - 2012

O prolongamento para noroeste na direção do Grande Arco de la Défense é efetuado pela Avenida de la Grande Armée. Situa-se no 8º arrondissement de Paris, a noroeste da cidade.
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SAINT MICHEL 
Fonte Saint Michel - onde o arcanjo, com uma espada cuja lâmina ondulada representa a chama divina, submete o demônio pisoteando-o - 2012

Paris está dividida em 20 bairros (ou, arrondissements), cuja numeração de 1º a 20º está distribuída em forma de espiral, no sentido horário. No bairro de Saint Michel, está a mundialmente famosa catedral de Notre Dame.
 
Em uma das ruas do bairro, que eu adorei, cheio de artistas e intelectuais entrando e saindo das bookstores - 2012

Sinuosas ruas de paralelepípedos, flores adornada varandas e cinemas arthouse: tudo isto faz parte do charme do bairro Saint Michel. Ocupando a parte oeste do histórico Quartier Latin, esta é uma das áreas mais visitados de Paris. Aqui, você vai encontrar turistas tirando fotos em frente à fonte St. Michel e da catedral de Notre Dame, do outro lado do rio Sena. 

 
 2012

Com a Universidade de Sorbonne, o mausoléu Pantheon e vários cinemas de arte não muito longe, a área atrai multidões ecléticas de estudantes, intelectuais e turistas.
2012

Saint Michel é um bom lugar para bater perna em Paris. Visitar a praça do anjo, tirar a foto clássica junto à fonte e olhar em torno vendo o Sena e a Igreja de Notre Dame é um dos momentos de emoção da viagem a Paris. 
Ali tem arte...arte...arte... e o rio Sena de fundo ! - 2012

Junto da praça, o café Le Départ de Saint-Michel merece parada para um vinho. É lugar típico de turistas, na esquina do Boulevard Saint-Michel com o Sena.
2012

Da mesa tivemos uma bela vista do Palácio da Justiça, do outro lado da Ponte Saint-Michel, iluminado pelo sol que se punha.
Palácio da Justiça - 2012

Há muitas ruas interessantes para explorar por ali. Um destaque é a Rue Saint-Andrés de Arts, que começa na praça do anjo Saint-Michel e é uma caminhada perfeita para explorar lojas e cafés.
Na Andrés des Arts, encontramos a loja da Taschen, que merece uma visita. A Taschen é famosa por seus livros de boa qualidade, com ênfase nas fotos. Você encontra esses livros em todas as livrarias do mundo, no entanto, Paris é das poucas cidades onde há uma loja da Taschen. As ofertas de livros em liquidação são excelentes e geram gastos inevitáveis.(como os que fiz, louca por fotos como sou)
Imperdível 'aventura' !
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OPERA GARNIER
Ao fundo, a grande Casa de Operas de Paris, majestosa e bela, riquíssima obra de arte e arquitetura ! - 2012

Onde lembrei-me de meu querido amigo Sebastião Teixeira...
Finalizada em 1875 a Ópera Garnier é um show ! Um passeio obrigatório, para quem aprecia maravilhosos ballets, concertos de esplêndidas orquestras ou óperas inesquecíveis ! As visitas durante o dia para conhecer o teatro também valem a pena, porque é o máximo ! A pintura do teto é maravilhosa, feita por Chagall ! O edifício é considerado uma das obras-primas da arquitetura de seu tempo. 
Inigualável ! - 2012

 A Ópera Garnier ou Palais Garnier é uma casa de ópera localizada no IX arrondissement de Paris. Construído em estilo neobarroco, é o 13º teatro a hospedar a Ópera de Paris, desde sua fundação por Luís XIV, em 1669. Sua capacidade é de 1979 espectadores sentados.
O palácio era comumente chamado apenas de Ópera de Paris, mas, após a inauguração da Ópera da Bastilha, em 1989, passou a ser chamado Ópera Garnier.
 
2012
A Ópera foi projetada no contexto da grande reforma urbana de Paris no Segundo Império, liderada pelo prefeito da região parisiense, Georges-Eugène Haussmann. Para a sua construção, em 1859, Haussmann foi autorizado por Napoleão III a promover a limpeza de 12.000 m² de terreno. O projeto foi objeto de concurso público, em 1861, do qual foi vencedor o arquiteto Charles Garnier (1825-1898), que era então um profissional desconhecido, de 35 anos de idade, e que viria posteriormente a construir também a Ópera de Monte Carlo, em Mônaco.
2012
 A pedra angular da Ópera Garnier foi colocada em 1861 e a construção teve início no mesmo ano. Entretanto a obra foi interrompida por numerosos incidentes, incluindo a Guerra Franco-Prussiana, a queda do Império francês e a Comuna de Paris. Outro problema foi o próprio terreno, extremamente pantanoso, o que implicou contínuos bombeamentos de água durante oito meses, antes que as fundações pudessem ser lançadas. Dizia-se que existia um lago subterrâneo alimentado pelo rio Grange-Batelière - hipótese sabiamente explorada pelo célebre romance de Gaston Leroux, O Fantasma da Ópera. Na realidade, o rio corre um pouco mais longe.
2012
 Depois de inúmeros contratempos, os trabalhos foram completados em 1874, e o Palácio Garnier foi formalmente inaugurado em 15 de janeiro de 1875, com a representação da ópera A Judia, de Halévy, e trechos de Os Huguenotes, de Giacomo Meyerbeer.
 Quando a estação Opera do metrô foi construída, havia receio de que a característica entrada das estações parisienses, de ferro fundido, em estilo art nouveau, pudesse conflitar com a fachada do Palácio. Como resultado, balaustradas em mármore foram empregadas.
 2012
O majestoso edifício tem área total de 11.000 m² (ou 118.404 ft²) e o imenso palco pode acomodar até 450 artistas. O estilo é monumental. O prédio é ornamentado e ricamente decorado, com frisos de mármore multicolorido, colunas e muitas estátuas. O interior é também muito rico, com veludos, superfícies folheadas a ouro, querubins e ninfas.
2012
O candelabro central do salão principal pesa mais de seis toneladas, e uma segunda pintura do teto foi feita em 1964 por Marc Chagall.
Diz a lenda que a imperatriz Eugénia de Montijo perguntou a Garnier se o palácio seria em estilo grego ou romano, ao que o arquiteto teria respondido: "Ele é no estilo Napoleão III, Madame!"
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MONT MARTRE  - SACRÉ COEUR
Na escadaria da Sacré Coeur - 2012

Montmartre é um bairro boêmio de Paris. "Montanha do mártir 'Mons Martis (" Monte de Marte "), que deve esse nome para o martírio de Saint Denis , que foi decapitado na colina a cerca de 250 AD. Saint Denis era o bispo de Paris e é a padroeira da França. É uma colina que, já no tempo dos gauleses, se destinava a lugar de culto. Deve seu nome, provavelmente, aos inúmeros mártires cristãos que foram torturados e mortos no local por volta do ano 250. Consagrada a São Dionísio, tornou-se, na Idade Média, um lugar de peregrinação. 
O dia que escolhemos para ir até lá estava frio e chovia. Em 2009 também estivemos em Mont Martre, mas foi mais rápido e não fomos, como desta vez, à belíssima Catedral - 2012

Em 1133, passou para a jurisdição de monges beneditinos, que, ali passaram a cultivar uvas para produção de vinho, atividade que permanece sendo exercida até hoje no local.
Graças à sua posição estratégica, Mont Martre foi, muitas vezes, centro de comandos militares. Em 1860, o bairro foi ligado à cidade e transformou-se num ponto de encontro importante de artistas e intelectuais, famoso pela sua animada vida noturna. Modelos, bailarinas e pintores como Degas, Cézanne, Monet, Van Gogh, Renoir e Toulouse-Lautrec frequentavam o lugar, contribuindo para criar um clima libertário.
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Hoje, as suas ruas ainda se animam com artistas, turistas e vendedores ambulantes. No ponto mais alto da colina, situa-se a famosa Basílica do Sagrado Coração.
Montmartre é também o cenário para vários filmes de sucesso.
 Simbolismo religioso do morro é pensado para estender-se à pré-história, como tem sido sugerido como um provável lugar santo, porque é o ponto mais alto na área.
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 Durante o cerco de Paris, em 1590, as colinas de Montmartre foram usados ​​por Henrique IV para colocar a sua artilharia onde pudessem disparar para baixo na cidade.  
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Montmartre foi o cenário do filme La Môme, (La vie en rose), que discorre sobre a vida da famosa cantora francesa Edith Piaf e os seus tempos nas favelas de Paris, e de Amélie, a história de uma jovem parisiense determinada a ajudar a vida dos outros e a encontrar seu verdadeiro amor. 
As escadarias da Rue Foyatier -
Pena que esqueci de ficar nesta foto, ficou tão bonita ! Mas fico tão ansiosa por bater fotos, que esqueço de ficar em algumas delas... a única foto que tenho de Mont Martre é a da escadaria da basílica - 2012

Também foi definido em Montmartre, a história de um jovem que acredita na verdade, beleza, liberdade e amor, e que se apaixona por uma cortesã famosa e também sobre a vida e amores perdidos do pintor Henri de Toulouse-Lautrec, que também teve lugar no distrito.
 O funicular e o Célio nele - 2012

Um funicular ferroviário, o Funiculaire de Montmartre sobe a colina do sul, enquanto o ônibus Montmartre circunda o morro.
Arte em Mont Martre - 2012 
Arte em Mont Martre - 2012

 Pablo Picasso, Amedeo Modigliani  e outros artistas pobres viviam e trabalhavam perto daqui, num edifício chamado Le Bateau-Lavoir, durante os anos 1904-1909. Compositores, incluindo Satie (que era um pianista em Le Chat Noir ), também viveu na área.
Subindo as escadarias da basílica - 2012

A basílica de Sacré Coeur é um templo da Igreja Católica Romana em Paris, sendo também, o símbolo do bairro de Monte Martre. A basílica está localizada no topo do monte Martre, o ponto mais alto da cidade. A basílica do Sagrado Coração foi construída com mármore travertino extraído da região de Seine-et-Marne, o que lhe proporciona uma tonalidade branca.
Modéstia à parte, achei esta minha foto linda !... rsrs - 2012

 Um dos monumentos mais visitados da França, a basílica tem o formato de cruz grega adornada por quatro cúpulas, incluindo a cúpula central de oitenta metros de altura. Uma torre serve de campanário a um sino de tres metros de diâmetro e de mais de 26 toneladas.
A arquitetura da basílica é inspirada na arquitetura romana e bizantina e influenciou outros edifícios religiosos do século XX.
 Apesar do dia chuvoso e frio, achei esta foto linda também, pois, pegou bem Paris lá embaixo. Em 2009 não subi até a basílica e não pude bater esta foto, mas desta vez foi !! Que linda !! (Célio costuma dizer que eu faço o bolo, recheio, cubro, decoro, coloco as velas e assopro ! E ainda bato palmasrsrs...) Essa sou eu... 2012

A ideia de construir um templo dedicado ao Sagrado Coração surgiu depois da guerra Franco-Prussiana (1870), como pagamento da promessa feita por Alexandre Legentil e Hubert Rohault de Fleury de erguer uma igreja caso a França sobrevivesse às investidas do exército alemão. O arquiteto Paul Abadie projetou a basílica depois de vencer um concurso com mais de 77 arquitetos, mas ele morreu em 1884, logo após o início da obra. 
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O estilo é marcado por influências românicas e bizantinas. Muitos elementos da basílica são baseados em temas nacionais: o pórtico, com tres arcos, é adornado por duas estátuas de Santa Joana D'Arc e do Rei São Luís IX e o sino de dezenove toneladas (um dos mais pesados do mundo), refere-se à anexação de Saboia em 1860.
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A construção começou em 1875 e foi concluída em 1914, embora a consagração da basílica tenha ocorrido apenas após o final da Primeira Guerra Mundial.
A pedra travertina dispersa cálcio constantemente, o que garante a cor branca da basílica mesmo com as chuvas e a poluição. 
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O mosaico no ápice, chamado Cristo em majestade, é um dos maiores do mundo. A basílica possui um jardim para meditação, com uma fonte. O topo é aberto aos turistas e reserva uma vista espetacular da cidade de Paris. 
Um dia chuvoso e frio... 2012
Câmeras e outros aparelhos eletrônicos são proibidos no interior da basílica.

Mas na verdade, o melhor de Paris é para ser descoberto por cada um, por conta própria. Existem, é claro, roteiros básicos e pontos recomendados, mas nada se compara à experiência individual, ao prazer de descobrir um cantinho só seu, que não consta em nenhum livro turístico, em nenhum site. Descobrir Paris é entregar-se à cidade, da mesma forma como nos entregamos à uma paixão fulminante. Escolha um sapato bem confortável, saia de seu hotel bem cedinho, e vá caminhar pela cidade, simplesmente andar sem nenhum roteiro estabelecido. Caminhe sem pressa, vendo as lojinhas, as pessoas, entrando na padaria, na florista, passando por aquela galeria antiga, sentindo o clima e a atmosfera de cada bairro. Quando quiser variar, pegue o metrô e vá para outro lado da cidade. Montmartre, Ile de la Cité, Montparnasse, Trocadéro, Beaubourg, Passy, Quartier Latin, Bastille, République, Étoile, Denfert Rochereau, Place Pigalle, Luxembourg, Bercy Village, Defense, Marais, e uma infinidade de tantos outros lugares especiais. Paris é cheia de revelações em cada bairro, em cada rua, em cada esquina, e ser surpreendido por estas descobertas inesperadas talvez seja uma das coisas mais marcantes de um passeio a esta cidade maravilhosa. 

BANHO DE LUA