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sexta-feira, 16 de maio de 2014

EMPURIABRAVA - ESPANHA


A VENEZA DA ESPANHA
Empuriabrava é uma cidade incomum sobre a costa de Girona, Costa Brava na Espanha. É uma das maiores marinas residenciais do mundo com mais de 40 kms de canais navegáveis, amarrações para 5.000 barcos e casas para 7.800 moradores locais, que cresce para 80.000 no auge da temporada de verão. Empuriabrava é muitas vezes chamado a Veneza de Espanha.
Empuriabrava originalmente foi construída sobre um pântano e foi transformada em uma comunidade turística durante os anos 70. O lugar é um destino turístico importante, luxo para os ricos e privilegiados.  
É particularmente popular para os alemães e os franceses e em menor escala para os visitantes holandeses e ingleses. A maioria da cidade é composta por casas particulares, construídas em estilo Mediterrâneo clássico.  
Sua vida noturna é vibrante, com bares, discotecas e uma variedade de restaurantes para estrangeiros ansiosos por desfrutar de sua comida. Muitos turistas alugam veleiros ou barcos motorizados, ou fazem um passeio de barco pelo canal.
Em Empuriabrava, o sol brilha quase 300 dias por ano. Há uma magnífica praia arenosa, vários quilômetros de comprimento que é popular entre os banhistas e nadadores, bem como para aqueles que gostam de se envolver em todos os tipos de desportos aquáticos. 
Além disso, Empuriabrava é um paraíso para os pára-quedistas. Ao norte da cidade encontra-se o mais movimentado centro de pára-quedismo - Skydive Empuriabrava, considerado entre os três melhores do mundo.
 
 

quinta-feira, 15 de maio de 2014

VERDURAS EM ISRAEL


EM  ISRAEL  É  ASSIM !
Há uma semelhança entre japoneses e judeus. Alimentos são sempre artisticamente apresentados !

BRILHO... SÓ O SEU !


BRILHO...SÓ O SEU !...


Não deixe suas panelas brilharem mais do que você !
Não leve a faxina ou o trabalho tão a sério !
Pense que a camada de pó vai proteger a madeira que está por baixo dela !
Uma casa só vai virar um lar quando você for capaz de escrever “Eu te amo” sobre os móveis !
Antigamente eu gastava no mínimo 8 horas por semana para manter tudo bem limpo, caso “alguém aparecesse para visitar” – mas depois descobri que ninguém passa “por acaso” para visitar – todos estão muito ocupados passeando, se divertindo e aproveitando a vida !
E agora, se alguém aparecer de repente ?
Não tenho que explicar a situação da minha casa a ninguém…
…as pessoas não estão interessadas em saber o que eu fiquei fazendo o dia todo enquanto elas passeavam, se divertiam e aproveitavam a vida…
Caso você ainda não tenha percebido: A VIDA É CURTA…

terça-feira, 13 de maio de 2014

A ARTE DE TOUTAIN


JEAN LOUIS TOUTAIN
 
Jean-Louis Toutain nasceu em Toulouse 17 mai 1948 e foi admitido aos 14 anos, na Escola de Belas Artes. Realizaram então um estágio para aprender cerâmica, trabalhava em publicidade, design, impressão, desenho industrial e até mesmo alvenaria.
Começou a dedicar-se à escultura em 1987, sua carreira tem pouco mais de 30 anos, é um artista extremamente prolífico.
Sua obra muito pessoal expressa a alegria e euforia. É de fácil acesso, e não é pretensiosa.Toutain é reconhecido e apreciado nos EUA, China, Canadá...
Toutain entrega um trabalho suave. Um trabalho com temas simples, centrado na família, mulheres, crianças, jogos, música...
É uma arte de rua.Toutain prefere a rua ao museu. 







 

terça-feira, 22 de abril de 2014

terça-feira, 15 de abril de 2014

PAÍS ESCULHAMBADO


NUNCA VI O BRASIL TÃO ESCULHAMBADO COMO HOJE
 Arnaldo Jabor
Tudo vai explodir em 2015, o ano da verdade feia de ver. O mal que essa gente faz ao país talvez demore muitos anos para se reverter.

Nunca vi o Brasil tão esculhambado como hoje. Perdoem a palavra grosseira, mas não há outra para nos descrever. Já vi muito caos no país, desde o suicídio de Getúlio até o porre do Jânio Quadros largando o poder, vi a morte de Tancredo na hora de tomar posse, vi o país entregue ao Sarney, amante dos militares. Vi o fracasso do plano Cruzado, vi o escândalo do governo Collor, como uma maquete suja de nossos erros tradicionais, já vi a inflação a 80% num só mês, vi coisas que sempre nos deram a sensação fatalista de que a vaca iria docemente para o brejo, de que o Brasil sempre seria um país do futuro. Eu já senti aquele vento mórbido do atraso, o miasma que nos acompanha desde a Colônia, mas nunca vi o país assim. Parece uma calamidade pública sem bombeiros, parece um terremoto ignorado. Por que será? É óbvio que não é apenas o maluco governo do PT, mas também as marolas que ele espalha, os nós frouxos de uma política inédita no país que nem atam nem desatam.


Tudo vai muito além da tradicional incompetência que sempre tivemos. Dá até saudades. A incompetência de agora é ramificada, “risômica”, em teia, destrutiva, uma constelação de erros óbvios que eu nunca tinha visto.
No dia a dia, só vemos fracassos, obras que não terminam, maquiagem de números, roubalheiras infinitas e danosas, vemos o adiamento de tudo por causa das eleições. Tudo vai explodir em 2015, o ano da verdade feia de ver. O mal que essa gente faz ao país talvez demore muitos anos para se reverter.
Mas, aqui, não quero falar de corrupção, burocracia, clientelismo e outras mazelas. Como é o rationale que usam para justificar o desmembramento do país que estão a executar? Quais são as principais neuroses da velha cabeça da esquerda, suas doenças infantis, etc.?

 
Interessa ver o mapa do inconsciente petista. Interessa ver a incompetência dessa gente que conheço desde a adolescência, quando participava das infindáveis reuniões políticas para “mudar” o país —muito cigarro e a sensação de viver uma “missão profunda”. As discussões sem fim: “questão de ordem, companheiro!”, “o companheiro está numa posição revisionista” ou “a companheira está sendo sectária em não querer dar para mim”.
Os fins eram magníficos, os diagnósticos tinham pontos corretos, mas no fim das madrugadas, alguém perguntava: “O que fazer?” (como queria Lenin...).
Aí, todo mundo embatucava. Ninguém sabia nada. E tentavam agir, mas só apareciam erros desastrosos e a incapacidade de organização concreta; mas tudo era desculpado pela arrogância de quem se achava na “linha justa”. O povão era usado para a “boa” consciência, o povão era o salvo-conduto para a alma pacificada, sem culpas — o povão era nossa salvação.


Pensávamos: Um dia eles serão “homens totais”, “sujeitos da História”, enquanto os mendigos vomitavam no meio-fio — os que a gente chamava com desprezo de “lumpens”.
O ponto de partida da incompetência é se sentir competente. A incompetência atual é competente como nunca. O homem “bom” do partido não precisa estudar nem Marx nem nada, apenas derramar sua “missão” para o povo. Administrar é coisa de burguês, de capitalista. E dá trabalho, é chato pacas examinar estatística, analisar contratos da PTbrás, tarefas menores, indignas de líderes da utopia.
Para eles, o Estado é o pai de tudo. Logo, o dinheiro público é deles, a empresa pública é deles, roubar é “desapropriar” a grana da burguesia.
Os petistas se sentem “bons”. Eles são o “Bem”, e o resto é ou massa de manobra, a massa atrasada, ou “elementos neoliberais da direita”. Ser o Bem te absolve; é irresistível entrar para um partido assim.
Outra doença infantil (ou senil) é a permanência de (não riam...) Hegel nas mentes da esquerda. O filósofo que formou Marx continua nos corações petistas. Por esse pensamento, qualquer erro é justificável por ser uma “contradição negativa”, ou seja, qualquer cagada (perdão) é o passo inicial para um acerto que virá, um dia.
Como escreveu o filósofo Carlos Roberto Cirne Lima em “Depois de Hegel”, de 2006, Hegel tem a tendência muito forte de dizer que tudo que “é”, a rigor, tinha que ser. Hegel diz que, para entender a História, é preciso afastar a contingência. Hegel vai provocar o grande erro de Marx de que a História é inexorável e que, portanto, a revolução comunista é um momento da História que necessariamente vai acontecer. Esse é o primeiro grande erro de Hegel. E Cirne Lima reclama: “Nenhum lógico lê nosso trabalho porque ele trata de Hegel, e nenhum hegeliano o lê porque é lógica”.
Assim, organiza-se a burrice, a estupidez (falo do “id” petista), a negação de qualquer facticidade, a adoção só de ideias gerais, dedutivas, o desejo de fazer o mundo caber num ideário superado (aufheben). Daí a desconfiança no mercado, nos empreendedores, contra todos que trabalham indutivamente, com o mistério das coisas singulares no centro da sociedade civil, que eles veem como uma anomalia atrapalhando o Estado. Os esquerdistas se sentem parte de uma dinastia desde Stalin — as palavras e os conceitos ainda são usados. 


E, como no tempo do Grande Irmão, há o desejo de apagamento do sujeito, ou seja, nem a morte tem importância para sujeitos que viram objetos. Vide Coreia. Até o assassinato pode ser absolvido como uma necessidade histórica.
Um dia, um companheiro (que morreu há pouco) me disse: “Não tema a morte. Marx disse que somos seres sociais. O indivíduo é uma ilusão. Para o comunista a morte não existe”. E eu sonhei com a vida eterna.
Essas são algumas das doenças mentais que estão levando o Brasil para um pântano institucional. Temos que nos salvar desse determinismo suicida.
Se houver a vitória de Dilma ou a volta de Lula, estaremos, como diria Hegel, fo&#dos — numa “contradição negativa” que vai durar décadas para ser “superada”.